terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Aulas Particulares de Clarinete

Para os interessados em aprender a tocar Clarinete Fica a Dica:


Aulas Particulares com a Clarinetista Talita Moura (http://entrenotas.webnode.com.br)

Abordagens simples, você vai aprender a tocar ou se aperfeiçoar.


Teoria e Prática

Mais informações: (12) 81716102/ 91319535
                               talitaclarinete@hotmail.com




A Pré História Americana

           Conhecida também como Período Pré-Colombiano em alusão à Colombo é caracterizado pela chegada dos mesmos à América quando eles se depararam com diversos grupos de nativos de origens rudes, língua desconhecida e comportamento animal.
No Brasil, podemos entender melhor como era a vida dos nossos Nativos à partir das análises dos fósseis, pinturas rupestres e utensílios de cerâmica encontrados em todo o território nacional.
Cerâmica Indígena
              Havia na época do "Descobrimento" do Brasil quatro grupos distintos de ameríndios:

Tupí Guaraní - Ocupavam as faixas litorâneas.

Aruaque - ocupavam a Bacia do Amazonas
Caribe - Ocupavam o Norte do Amazonas


Macro-Jê - Ocupavam a Região do Planalto Brasileiro.



Bons estudos!

Professor: Gabriel Spinelli

Neocolonialismo

             Neocolonialismo surge à partir da 2ª Revolução Industrial e se difere do Sistema Colonial antigo por se tratar neste momento de domínio econômico exercido pelas grandes potências; Europa, América (EUA) e Ásia (Japão), sobre os países menos desenvolvidos, utilizando sempre da justificativa que, o Homem Branco (EUROPEU) tem a missão civilizadora de espalhar o progresso técnico-científico pelo mundo.

Partilha da África

                A África sempre foi um foco das grandes potências desde o início das Grandes Navegações e ao longo do tempo foi sendo percebido na África a existência de diversas jazidas de minerais, além do Diamante e também do fato da África ser um importante consumidos dos produtos industrializados das grandes potências, em especial da Inglaterra.

Partilha da África

Partilha da Ásia

                 A Ásia sempre foi uma grande produtora agrícola e com o domínio europeu (Inglaterra) os asiáticos passaram a representar grande parte do fornecimento de matéria-prima às potências europeias.

Partilha da Ásia

              Na Índia os europeus encontraram resistência por parte dos Cipaios, porém sem sucesso. Mas, apesar da derrota os indianos passaram a ter a possibilidade de participarem da Administração Pública. Com a consolidação do domínio inglês sobre a Índia, o país passou a ser o principal mercado produtor de algodão (Fornecendo aos Ingleses) e consumidor dos tecidos produzidos na Inglaterra.


Guerra dos Cipaios
                Na China os ingleses exploraram a venda do Ópio, que viciava e enfraquecia os chineses e facilitava a dominação inglesa. A China percebendo essa exploração inglesa mandou incendiar um carregamento de ópio que iria ser distribuído pelos ingleses, este episódio ficou conhecido como Guerra do Ópio.
A Inglaterra obrigou a China a ceder porto livre (Hong Kong) para escoar os produtos ingleses.

Guerra do Ópio

                 No Japão a realidade foi diferente porque apesar de ter seu sistema de governo alterado por conta das investidas das superpotências o Japão conseguiu se fortalecer e além de não ceder aos domínios europeus e dos EUA, uniu-se à essas potências, exerceu domínio sobre a China e disputou e ganhou da Rússia o domínio sobre algumas regiões estabelecendo-se também como uma nova potência econômica.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Dívida Africana

Atenção alunos do 9º ano, segue um texto para auxiliá-los na tarefa para o dia 07/02/2013

Para conseguir encontrar a resposta, façam a pergunta certa ao texto.


África, Dependência e Dívida
Pedro Carvalho *

A atual «cavalgada» para África faz parte da necessidade cada vez maior de obtenção de matérias-primas por parte das grandes potências imperialistas e das suas grandes multinacionais, das quais são cada vez mais dependentes, nomeadamente para «alimentar» a acumulação de capital e o seu complexo militar e industrial. Ou seja, controlar os recursos naturais e energéticos africanos, assim como os canais de distribuição dos mesmos.
Estima-se que se encontrem no continente africano 30% das reservas mundiais de minerais e metais ainda não exploradas, 10% das reservas de petróleo e 8% das reservas de gás. Não é por isso de estranhar que o «interesse» por África tenha sido acompanhado por um reforço da presença militar das potências imperialistas, nomeadamente dos Estados Unidos e de ex-potências colonizadoras, como a França ou a Inglaterra.
A manutenção do subdesenvolvimento e da dependência, foram sempre garantidas pelas potências imperialistas através do repatriamento dos lucros das suas multinacionais, do comércio desigual, do «garrote» da dívida externa e do serviço da dívida, e, como não podia deixar de ser, pela força das armas de forma direta ou por via da promoção de conflitos e guerras de cariz regional.
Apesar das disparidades existentes entre os cerca de cinquenta países que constituem o continente africano, existem traços comuns que importa sublinhar, como a dependência das exportações numa ou num número reduzido de matérias-primas, a falta de diversificação econômica, a concentração da atividade no sector primário (a agricultura e a indústria extractiva), no sector energético e no turismo, a maior parte das vezes sobre o domínio do capital estrangeiro. A promoção de um modelo exportador e a liberalização progressiva do comércio mundial, no âmbito da OMC, garantem que a dependência se agrava, com os países a desviarem recursos essenciais ao seu desenvolvimento e a não aproveitarem cabalmente o «valor acrescentado» que podia advir dos seus recursos naturais.
A agricultura é disto um exemplo evidente. Se tivermos em conta África, sem contar com a África do Sul, vemos que o continente é um importador líquido de bens agrícolas, apesar do sector agrícola empregar cerca de 70% da população e representar, em média, cerca de 30% do PIB africano. África importa bens alimentares essenciais - cereais, carne, leite e, em menor quantidade, frutas e legumes das grandes potências imperialistas e exporta sobretudo matérias-primas agrícolas para a agro-indústria do centro, como cacau, café e algodão. Ou seja, África não desenvolve as suas capacidades endógenas para exportar produtos não essenciais, com preços voláteis, dominados na sua fileira pelo capital das grandes potências imperialistas e cotados nos seus mercados financeiros, em troca de bens alimentares de primeira necessidade e de maior valor acrescentado. Este modelo agrava a dependência alimentar de África e põe em causa a sua soberania alimentar.
Comércio desigual, dependência, subdesenvolvimento – é este o modelo que a OMC pretende manter, assim como o FMI com os seus programas estruturais ou o Banco Mundial com as suas opções de financiamento ao «desenvolvimento». Uma grande parte da ajuda oficial ao desenvolvimento, nomeadamente, as ditas ajudas ao comércio, visa sustentar este modelo.
Contudo, é a dívida externa que continua a representar a principal «sangria» de recursos africano e um dos maiores constrangimentos ao seu desenvolvimento endógeno. Entre 1980 e 2006, em média 6% do PIB e 22% do valor das exportações de África foram para o serviço da dívida. África pagou no total cerca de 707 mil milhões de dólares, ou seja, quase 7 vezes o valor da sua dívida externa em 1980, dos quais cerca de 308 mil milhões de dólares em juros, ou seja, três vezes mais que a dívida externa em 1980. Contudo, a sua dívida externa aumentou quase duas vezes e meia entre 1980 e 2006, situando-se em 2006 nos 247 mil milhões de dólares.
A dívida externa tem vindo a aumentar de década para década, representando em média, no período 1980-2006, mais de metade do PIB e duas vezes o valor das exportações de África. Assim, a dívida externa auto-sustenta a sobre exploração do continente africano e mantém a natureza das relações entre o centro e a periferia.
África já pagou a sua dívida e a anulação imediata da dívida, sem condicionantes, é um imperativo para parar esta «extorsão», que é um dos principais responsáveis pelo agravamento da miséria de amplas camadas da população e um constrangimento a um projeto de desenvolvimento endógeno para os países africanos.
É no contexto da ofensiva imperialista, que temos de enquadrar a utilização das ajudas oficiais ao «desenvolvimento» e da dívida como instrumentos para garantir e controlar as fontes de matérias-primas, criar as condições institucionais para a exportação de capitais e a entrada das grandes multinacionais, e, promover, quer a liberalização de bens, serviços e capitais, quer a integração regional no continente africano. Mas mesmo que não tivéssemos em conta a «natureza» das ajudas e do denominado «alívio da dívida», a verdade é que os seus montantes são claramente insuficientes. O próprio «Relatório Econômico de 2007» sobre África das Nações Unidas, considera que os montantes relativos ao alívio da dívida e o volume das ajudas ao desenvolvimento como muito insuficientes e, mesmo assim, os compromissos assumidos pelas principais potências imperialistas não estão a ser cabalmente cumpridos.
Vejamos um exemplo. O pacote para África saído da Cimeira do G8 de Gleneagles, em Julho de 2005, visava cancelar a dívida de 16 países africanos (13 na África Subsariana) altamente endividados a várias organizações internacionais, como o FMI e o Banco Mundial, e aumentar as ajudas oficiais ao «desenvolvimento», incluindo o alívio da dívida, para os 25 mil milhões de dólares ano até 2010. Ora, só a dívida externa africana era em 2005 de 296 mil milhões de dólares, ou seja, a «ajuda» representava cerca de 8% da dívida externa e nem chegava para pagar o serviço da dívida desse ano - uma cobertura que não chegava aos 70%.
Mas a questão fundamental não é essa. A questão é que as «ajudas» e «perdões» tem condições de ingerência política e econômica, alicerçadas em critérios de elegibilidade. A questão fundamental não é só condicionar as ajudas ao desenvolvimento à compra de produtos dos países dadores – que ainda assim representa cerca de 1/3 da totalidade das ajudas oficiais ao «desenvolvimento», mas instituir nos países receptores os instrumentos de desenvolvimento do Estado burguês e da sua super-estrutura ideológica – garantir a reprodução do sistema, o que passa por garantir os princípios do chamado «consenso de Washington» (liberalização, estabilidade dos preços, desregulamentação e consolidação fiscal), promover a privatização dos serviços/mercados públicos, garantir contratos de concessão de extração de recursos naturais/energéticos às grandes multinacionais, consolidar os mercados financeiros e a liberalização dos capitais, entre muitos outros aspectos.
Por isso, a questão central reside nas relações imperialistas entre centro e periferia, nomeadamente com a imposição por parte do centro de uma determinada divisão internacional de trabalho, que permite não só rentabilizar o capital exportado, mas também servir os interesses geoestratégicos das principais potências imperialistas e das suas grandes multinacionais, usando a periferia do sistema capitalista como ponto de fornecimento de matérias-primas e de mão-de-obra barata, como centro de re-exportação.
Por isso não podemos pretender responder aos problemas do desenvolvimento sem colocar em causa o imperialismo. A luta pelo desenvolvimento, a luta dos trabalhadores dos países em vias de desenvolvimento, nomeadamente dos africanos, tem de ser também uma luta pela superação do sistema capitalista e pela instauração de modelos de desenvolvimento endógenos, democráticos e patrióticos.

*: Economista.


Texto extraído de: África, Dependência e Dívida

Segurança Rural

Segundo a Organização Mundial de Saúde - OMS (1994), "a cada 3 minutos morre um trabalhador, em alguma parte do mundo, vítima de acidente de trabalho".
A agricultura é considerada pela Organização Internacional do Trabalho - OIT como uma das atividades profissionais de maior risco, equiparando-se à construção civil e à exploração do petróleo.

É por este motivo que algumas medidas preventivas devem ser tomadas também no trato com agrotóxicos, manuseio de ferramentas e no dia a dia da agricultura.

Abaixo segue algumas dicas que facilitarão o trabalho no campo. Se estas medidas de seguranças forem respeitadas, permitirão então que haja mais excelência em suas atividades e reduza quase que na sua totalidade o número de Acidentes de Trabalho.

         Uma pesquisa realizada pela Organização Pan-Americana de Saúde - OPAS, em 12 países da América Latina e Caribe, mostrou que o envenenamento por produtos químicos, principalmente o chumbo e os pesticidas, representam 15% de todas as doenças profissionais notificadas.

         O índice de 15% (mostrado acima) parece pouco, entretanto, a Organização Mundial de Saúde - OMS afirma que apenas 1/6 dos acidentes são oficialmente registrados e que 70% dos casos de intoxicação ocorrem em países do 3o. mundo, sendo que os inseticidas organofosforados são os responsáveis por 70% das intoxicações agudas.
         O manuseio inadequado de agrotóxicos é assim, um dos principais responsáveis por acidentes de trabalho no campo. A ação das substâncias químicas no organismo humano, pode ser lenta e demorar anos para se manifestar. Os principais assuntos relativos aos riscos na aplicação de agrotóxicos, dizem respeito a:
  • escolha e manuseio, transporte, armazenamento, aplicação, destino das embalagens e legislação .
        Verificando-se estes itens  quanto à validade dos produtos, modo de paliação, local adequado para entrega dos recipientes vazios e utilizando-se os EPIs corretos na aplicação, diminui se os riscos de contaminação e doenças.

                 A motosserra, ao lado da desfibradora de sisal e do trator agrícola, é uma das máquinas utilizadas na zona rural das mais perigosas.


Os riscos na operação de uma motosserra estão associados, principalmente a:
  • ferimentos com a lâmina
  • ruídos e vibrações
  • corte e queda da árvore
A máquina é tão perigosa que mereceu um Anexo na Norma NR-12 - MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS do Ministério do Trabalho.

Entre os Equipamentos de Proteção Individual - EPI recomendados para o operador de motosserras estão: capacete, óculos, protetor auricular (de concha), macacão, luvas e botas.
A máquina em si, por Norma, deverá possuir os seguintes dispositivos de segurança:
a) freio manual de corrente
b) pino pega corrente
c) protetor de mão direita
d) protetor de mão esquerda e
e) trava de segurança do acelerador.
Ainda segundo as Normas, todas as motosserras só deverão ser comercializadas com o relativo MANUAL DE INSTRUÇÕES, contendo informações relativas à segurança e à saúde do operador, especialmente:
a) riscos de segurança e saúde ocupacional;
b) especificações de ruído e vibração; e
c) penalidades e advertências.
Há que ser oferecido, também, um Treinamento Obrigatório para os Operadores de Motosserras, com carga horária mínima de 8 (oito) horas, com conteúdo programático relativo à utilização segura da motosserra, constante do Manual de Instruções.
Todos os modelos de motosserras (diz ainda a Norma) deverão conter, em local bem visível, a seguinte advertência:

O uso inadequado da motosserra pode provocar acidentes graves e danos à saúde.



Entre os principais fatores causadores de acidentes, estão os equipamentos manuais.

              Somente o uso do facão é responsável por 65% das ocorrências com ferramentas manuais registradas.
Na zona rural, os equipamentos manuais são usados:
  •        na residência (chave de fenda, alicate, martelo, etc.)
  • na oficina (serrote, furadeira, serra circular, etc.)
  • no plantio (enxada, trado, motosserra, etc.)
  • na colheita (foice, facão, alicate, etc.) e
  • em outros serviços (construções rurais, tratos culturais, etc.)
               No corte manual da cana-de-açúcar, por exemplo, o trabalhador rural sujeita-se a uma série de riscos de acidentes, próprios da operação, dos quais destacamos: cortes nas mãos, pernas e pés, provenientes da utilização do facão, foice ou podão. Além de lombalgias, dores musculares, lesões oculares, irritação da pele, quedas e ferimentos.

Principais Causas dos Acidentes

  • ato inseguro (falha humana)
  • ferramentas defeituosas
  • ferramenta imprópria para o serviço
  • uso incorreto da ferramenta
  • má conservação da ferramenta e
  • guarda em local inseguro ou inadequado
Como ATO INSEGURO, podem ser listados:
  1. operar sem autorização
  2. utilizar equipamento de maneira imprópria ou operar em velocidades inseguras
  3. usar equipamento inseguro (com conhecimento)
  4. lubrificar, limpar, regular ou consertar máquinas em movimento, energizadas ou sob pressão
  5. misturar indevidamente
  6. utilizar ferramenta imprópria ou deixar de utilizar a ferramenta própria
  7. tornar inoperantes ou inseguros os dispositivos de segurança
  8. usar mãos e outras partes do corpo impropriamente
  9. assumir posição ou postura insegura
  10. fazer brincadeiras de mau gosto
  11. não usar o Equipamento de Proteção Individual (E.P.I.) disponível
  12. descuidar-se no pisar e na observação do ambiente
  13. deixar de prender, desligar, sinalizar, etc.

Medidas Prevencionistas

A lei diz que as ferramentas manuais devem ser apropriadas ao uso a que se destinam e devem ser mantidas em perfeito estado de conservação, sendo proibida a utilização das que não atendam a essas exigências.





Estas e outras dicas podem ser encontradas também em: 
Segurança Rural



Professor: Gabriel Spinelli