quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Segunda Guerra Mundial

Para aqueles que não conseguiram ver os slides, segue outro endereço para fazerem download!



2ª Guerra Mundial - Slides


Bons estudos!

Roma - uma lenda sobre sua fundação!


Bons estudos!!!!!!!!!!!!

Slides Segunda Guerra Mundial.

Galera entra nesse site que vocês terão acesso aos slides apresentados em aula!!!







2ª Guerra Mundial



Abraço e bons estudos!!!!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Deuses do Olimpo

Os 12 Deuses Do Olimpo



ZEUS (JÚPITER)




HERA (JUNO)




POSEIDON (NETUNO)



AFRODITE (VÊNUS)




ARES (MARTE)




HEFESTO (VULCANO)




DIONÍSIO (BACO)



APOLO (FEBO)




ÁRTEMIS (DIANA)




ATENA (MINERVA)


HERMES (MERCÚRIO)




DEMÉTER (CERES)


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Independência do Brasil - teatro




Galera vale a pena dar uma olhada, é uma maneira diferente de saber alguns motivos que levaram
D. Pedro I a declarar a Independência do Brasil!


Ficou muito legal.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Passo a Passo do Moodle

Olá pessoal do 9º ano, segue aqui um passo a passo para fazer o cadastro no moodle.

1º: acesse o site http://vesper.uni5.net/lorena
2º No canto superior direito tem um ícone acesso, clique neste ícone e será direcionado para uma segunda página onde tem a disponibilidade de login e no lado direito da tela tem um link em azul para Formulário de Cadastramento.
3º Clique neste link e preencha seus dados, lembre-se o email do Hotmail é o mais indicado e como usuário deverá usar seu nome, crie uma senh que não irá se esquecer.

4º Feito esse cadastramento, vá ao seu email e confirme sua inscrição, após isso, acesse através do ícone acesso na página inicial do vesper.uni5.net/lorena, coloque seu login e senha e vá em 9° ano do Ensino Fundamental, clique em cima da matéria História, será direcionado para se inscrever no curso, então digite a seguinte senha: hist9
5º Em seguida vá à matéria Ensno religioso, digite a senha ensi.reg9

Prontinho agora é só seguir as atividades através do moodle e entregá-las em dia!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

matéria recuperação


Explique como a formação do estado português contribuiu para o pioneirismo de portugal na expansão marítimo comercial.


De que maneira os ideais renascentistas contribuiram para a expansão marítimo comercial? Justifique.


Quais são as três vertentes debatidas pelo renascimento? Cite-as e explique cada uma delas.


De que forma os ideais renascentistas trouxeram contribuições para a nossa sociedade? Explique:

Como a Escola de Navegação de Sagres contribuiu para as descobertas do novo mundo? Explique:

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Movimento Palavra de Ordem

Resumo Audiência Pública solicitada pelo Movimento Palavra de Ordem, Lorena/SP 03/07/2013.
O grupo MPO - Movimento Palavra de Ordem,  após manifestações de rua formalizou o pedido de uma Audiência Pública a ser realizada num prazo de 10 dias em cima de 5 temas, que foi prontamente aceita e agendada pela Administração municipal. São elas:
Transparência na gestão pública;
Educação;
Saúde;
Segurança;
Transporte.
Dentro destes temas foram levantados alguns pontos chaves para melhorias em nosso município, foram consultados através de reuniões públicas e pela internet os anseios mais requisitados de nossa população, resultando nos pontos elencados a seguir.
Gostaríamos de esclarecer que o MPO visa o bem da cidade de Lorena, não nos prenderemos apenas nestes pontos, eles representam apenas um marco inicial de discussões entre o Poder público e a Sociedade Civil Organizada. Os comprometimentos conquistados abaixo serão cobrados e incluirão outros pedidos futuramente, os novos pontos serão definidos através de reuniões públicas que serão amplamente divulgadas para se alcançar o maior número de lorenenses comprometidos com o bem estar de nossa amada cidade, a fim de buscar a representação dos desejos do maior número de cidadãos possível.
Transparência na Gestão pública:
- Portal da Transparência, solicitações:
1ª Cumprimento rigoroso do prazo para lançamento das informações contábeis em tempo real (vide até 24 horas úteis, conforme Lei relacionada).
Retorno – Plano com ações para cumprimento deste item serão entregues na sexta feira 05/07/2013. Reconhecimento de não cumprimento devido a problemas técnicos e pessoais relacionados a área.
2º Especificações detalhada das informações lançadas no Portal da transparência. Exposição dos dados de forma clara concisa e de fácil interpretação para a população. Incluindo detalhamento separado de Despesa Empenhada, Despesa Líquida, Despesas pagas, Receita Arrecadada, Receita lançada e Receita Mensal prevista.
Retorno – Plano com ações para viabilidade do cumprimento deste item será entregue na sexta feira 05/07/2013.
3º Melhoria no lay out e usabilidade das ferramentas do Portal da transparência.
Retorno – Plano com ações para a viabilidade da melhora será entregue na sexta feira 05/07/2013.
4º O município já sofreu penalidade no envio de verbas voluntárias por não cumprir integralmente os itens relacionados a Lei Complementar 131 que rege os itens acima?
Retorno – Foi explanado pelo Srº Prefeito que o município infelizmente já sofreu com o não envio de verbas não apenas relacionado a este motivo, mas por diversas outras pendências que se arrastam de gestões anteriores. (Nota MPO: Não nos prendemos a quem errou ou seja culpado, queremos saber de futuro, o problema está apontado e as soluções serão buscadas)
5º Queremos ampla divulgação nos meios de acionamento da ouvidoria da Câmara e Prefeitura, com a divulgação das melhorias alcançadas através deste canal.
Retorno – O setor de ouvidoria funcionava de forma equivocada, com cargo comissionado. Foi extinto e está em andamento a criação de um SAC – Serviço de Atendimento ao Cidadão. Após implantação, os itens que puderem serão divulgados em relação a melhorias alcançadas, preservando direitos individuais.
Saúde
1º Pronto atendimento com filas imensas, o que é feito para melhoria nestes casos?
Retorno – Não obtivemos uma posição concreta acerca da melhoria no atendimento, porém, segundo a fala do Prefeito, nosso sistema está defasado e estão buscando um sistema administrativo mais atualizado para agilizar atendimentos no Pronto Socorro. – Sem prazo definido.
2º Porque o concurso dos PSFs tem restrições por áreas e não é liberada a toda a população?
Retorno – É uma restrição Federal que rege o programa, onde os funcionários do PSF X devem residir nas mediações ao qual o mesmo atende, esta regra não pode ser alterada pelo Governo Municipal.
3º Lei 3464/2011 Atendimento via telefone/internet para pacientes idosos e Portadores de Necessidades Especiais?
Retorno – Segundo o Prefeito todas essas falhas já foram detectadas e estão em implantação de melhorias no sentido. Sem prazo definido.
4º Informatizar a marcação de consultas, reduzindo transtornos e superlotações nos PSFs.
Retorno – Segundo as explicações o grande problema encontrado na saúde, é a falta de verbas que resulta na ausência de recursos, esses dois itens foram repetitivamente abordados, porém, nenhuma data foi especificada pelo governo municipal.
5º Queremos prazos para as melhorias reais em relação a Saúde, como e quando resolveremos este problemas?
Retorno – Segundo o Prefeito, é difícil definir uma data para um problema tão grande em nossa cidade, o mesmo se comprometeu a solucionar o problema, mas em nenhum momento se comprometeu com uma data ou um prazo limite para a resolução dos mesmos.

Educação
1º Como está a situação do Dissídio dos Professores da Rede Municipal? Porque não foi pago e qual a expectativa do pagamento? E quanto ao Programa de Capacitação e Formação Continuada, solicitamos que seja iniciado o quanto antes.
Retorno – Ainda não foi pago, existe uma tramitação para este fim e foram encontrados alguns empecilhos. A perspectiva é que saia nos próximos dias, não obtivemos o valor exato como retorno. Paliativamente foi explanado sobre o Piso da categoria e nossa cidade teria um valor elevado neste sentido. Professores da rede municipal conseguiram na audiência a garantia de um encontro com o Prefeito para debates mais profundos neste sentido. (Nota MPO – Apoiamos a NOBRE classe dos Professores independente da esfera a que pertençam,  estamos a disposição para auxilio em suas reinvindicações, acreditamos que a melhora para nossa Sociedade como um todo não pode vir de nenhum lugar que não pelas mãos da EDUCAÇÃO).

O Programa de Capacitação e Formação Continuada foi prometido iniciar no 2º Semestre, Agosto de 2013.
Ainda neste item falou-se sobre bonificações, em contra partida pôde ser notado que os Professores querem melhores salários e não bonificações custosas de se conseguir e não regulares. Fica aberto aqui em nossa página MPO no Facebook um canal para maior detalhamento por parte dos professores neste sentido para que conheçamos mais sobre o assunto, criando maior base para as futuras cobranças por nossa parte, que certamente virão.
2º Como está o andamento da Transparência em relação aos Recursos do FUNDEB? E a Lei 11.769/2008 relacionada a Educação Musical e outras artes na Educação básica que já vigora, quando teremos em nosso Município?
Retorno – Transparência quanto aos recursos do FUNDEB, será entregue o Plano com Ações juntamente com os itens relacionados a este assunto no começo deste documento, na sexta feira 05/07/2013.
Lei 11.769/2008 comprometimento para iniciar no 1º Semestre de 2014, inicio do próximo ano letivo.
3º Implantação do CEFET (Centro Federal de Educação tecnológica) em nosso Município.
Retorno – Não existe andamento quanto a este tema. (Nota MPO – Em réplica solicitamos que se inicie este processo na busca de uma unidade CEFET para nosso Município, encorajamos os Vereadores para que se empenhem e iniciem o processo para obtermos esta unidade, visto o Ensino de alta qualidade e o fortalecimento para criação de mão de obra no município e região).
4º Acelerar o processo de doação do terreno que será cedido ao Centro Educacional SESI para a implantação de uma unidade CAT SESI em nosso Município, Centro de Atividades SESI, semelhante à unidade da cidade de Cruzeiro SP, além de ensino básico a ensino médio existe também uma ampla estrutura para esportes diversos e atividades complementares, com aulas em período integral. Visando o crescimento e melhoria da educação em nosso Município.
Retorno – O trâmite está adiantado e a liberação do terreno é iminente.
Segurança
Sobre a verba liberada em 29/12/2012 para a instalação de videomonitoramento em nosso município – Verba esta liberada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública no valor de R$:509.600,00 com a contrapartida Municipal de R$:10.400,00, o Sr Prefeito declarou que este dinheiro já foi empenhado e que a aquisição das Câmeras e a instalação de uma central de videomonitoramento será feita no Caíque junto com a Polícia Militar e que o processo licitatório para a compra das câmera  está em andamento.
Sobre a violência na Cidade – o Sr Prefeito declarou que irá sanar o problema da Violência investindo em educação, cursos profissionalizantes no município e com a abertura de novas vagas de emprego – Sem datas definidas.
Sobre a criação de uma Guarda Civil Municipal, obtivemos a resposta de que já existe em andamento junto com as Forças Nacionais um projeto para a criação de uma Guarda Civil Municipal com convênios com a Polícia Militar, segundo o mesmo, este projeto está em andamento desde que assumiu o governo, pois, julga necessário o reforço da prevenção de práticas ilícitas e criminosas em nosso município. Disse o Prefeito que tudo está dependendo agora do aval das Forças Militares Nacionais, para a implantação desta Guarda em nosso município.




Transporte
No setor do transporte foram abordadas as seguintes questões:
Transporte Público de maior qualidade.
Criação e construção de Ciclovias e ou Ciclo Faixas.
Melhorias nas sinalizações de trânsito e orientação aos passageiros de ônibus através de placas informativas com horário e valores de passagens.
Obtivemos as seguintes respostas:
Sobre o transporte público a redução da tarifa não pode ser menor do que a que o Governo Federal já liberou através da isenção de alguns impostos, no entanto nosso município terá uma tarifa afixada em R$2,70, uma redução de R$:0,10, o mesmo ainda citou que devido ao pouco uso do transporte público fica inviável a  redução da tarifa porque a manutenção de ônibus de 45 lugares é muito cara, indicamos uma possível solução ao Sr Prefeito, que fossem implantadas em nosso município a utilização de micro ônibus que seu custo é menor que um ônibus convencional e atenderia da mesma forma as necessidades municipais. (Nota MPO: Através destas indicações de soluções, encorajamos aos Vereadores que busquem parcerias para a resolução destes problemas).
Ciclovias e/ou Ciclo Faixas: Segundo o Prefeito este é um processo que já está em andamento nas mãos da Sra. Fernanda da Secretaria Municipal de Trânsito e que encontra também uma dificuldade na região central do município por conta da resistência dos comerciantes em não entenderem a necessidade da criação destas ciclovias para a melhoria do trânsito na cidade. (Nota MPO: Iremos fiscalizar junto à Secretaria Municipal de Transito o decorrer destes projetos e será cobrada agilidade neste sentido, visto que, a maior parte da população lorenense utiliza mais a bicicleta como meio de transporte e com a criação de ciclovias e/ou ciclo faixas, nosso trânsito ficaria mais limpo, menos confuso além de colaborarmos com o meio ambiente).
Sobre a criação de placas informativas em pontos de ônibus acerca de horários e valor das passagens. Não há uma ação proposta ou em andamento, mas segundo o Sr Prefeito, todos os setores da Prefeitura Municipal estão abertos aos munícipes para levarem sugestões para a melhoria nestes sentidos.

 NOTA MPO:
 Iremos além de cobrar a agilidade nestes itens que já estão em andamento, cobraremos a melhoria nestes e demais setores do município, pois entendemos que para que possamos de fato viver em uma cidade melhor, precisamos otimizar os serviços aos cidadãos e priorizar a Saúde e Educação. Sem educação aumenta-se o índice de marginalidade e sem Saúde o povo debilitado por doenças não diagnosticadas, deixa de produzir, prejudicando termos econômicos.


domingo, 16 de junho de 2013

Socializar-se o que significa?

Segue slides sobre Socialização


http://www.4shared.com/office/u_7PtyBo/socializao_1_EM_1.html?

Perfeito para aula de Sociologia para 1º Ano de Ensino Médio.


Abraços!

Tenentismo

Segue abaixo um texto com as reais reivindicações dos Tenentes durante os anos 20 no Brasil.

Afinal, o que desejavam os tenentes?

[...]

A insatisfação militar que explodiu na década de 1920 tinha várias origens. Remontava, na verdade, à Primeira Guerra Mundial, que colocou em destaque a questão da defesa nacional. Se algumas medidas foram tomadas para corrigir as deficiências – como a vinda da Missão Francesa, para melhorar a formação dos oficiais brasileiros –, o fato é que a situação vivida pelo Exército no início da década de 1920 continuava crítica: soldos baixos, sistema de promoções muito lento, escassez de armamentos, cavalos, medicamentos, e até mesmo necessidade de melhor instrução para a tropa. A nomeação de Calógeras, o ministro civil de Epitácio Pessoa, veio apenas confirmar, para os militares, a inexistência de uma política eficaz para as Forças Armadas.

O primeiro e maior objetivo dos tenentes nos anos 20 era, sem dúvida, a derrubada do governo. Mas suas formulações não deixavam muito claro que tipo de governo eles pretendiam implantar. Talvez porque nem eles mesmos tivessem clareza do que desejavam: seus programas apresentavam apenas idéias gerais, pois acreditavam mais na importância de sua ação. Esta sim, achavam eles, salvaria o país.

De maneira geral, as propostas apresentadas pelos tenentes estavam de acordo com o clima político do pós-Primeira Guerra, e próximas daquilo que era defendido pelas oligarquias dissidentes do domínio paulista e mineiro. Eles defendiam, entre outros pontos, o voto secreto, a independência do Poder Judiciário e um Estado mais forte.

Se os tenentes defendiam uma política mais definida e consistente para as Forças Armadas, por que não conseguiram a unidade dentro do próprio meio militar? É que os oficiais mais graduados, em sua maioria, embora descontentes com o governo federal, eram contrários à politização no meio militar, preferindo defender a legalidade e a profissionalização das Forças Armadas. Achavam que as reivindicações tenentistas apenas serviam para enfraquecer e dividir o Exército.

Os tenentes alcançaram parte de seus objetivos com a Revolução de 1930, quando derrubaram o governo de Washington Luís.

Fonte


MOREIRA, Regina da Luz. Afinal, o que desejavam os tenentes? In:______. As revoltas de julho. Fatos e Imagens [on-line]. Rio de Janeiro: CPDOC, 2004. Disponível em: <http://www.cpdoc.fgv.br/nav_fatos_imagens/htm/fatos/RevoltasJulho.asp>. Acesso em: 25 nov. 2004.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Aulas Particulares de Clarinete

Para os interessados em aprender a tocar Clarinete Fica a Dica:


Aulas Particulares com a Clarinetista Talita Moura (http://entrenotas.webnode.com.br)

Abordagens simples, você vai aprender a tocar ou se aperfeiçoar.


Teoria e Prática

Mais informações: (12) 81716102/ 91319535
                               talitaclarinete@hotmail.com




A Pré História Americana

           Conhecida também como Período Pré-Colombiano em alusão à Colombo é caracterizado pela chegada dos mesmos à América quando eles se depararam com diversos grupos de nativos de origens rudes, língua desconhecida e comportamento animal.
No Brasil, podemos entender melhor como era a vida dos nossos Nativos à partir das análises dos fósseis, pinturas rupestres e utensílios de cerâmica encontrados em todo o território nacional.
Cerâmica Indígena
              Havia na época do "Descobrimento" do Brasil quatro grupos distintos de ameríndios:

Tupí Guaraní - Ocupavam as faixas litorâneas.

Aruaque - ocupavam a Bacia do Amazonas
Caribe - Ocupavam o Norte do Amazonas


Macro-Jê - Ocupavam a Região do Planalto Brasileiro.



Bons estudos!

Professor: Gabriel Spinelli

Neocolonialismo

             Neocolonialismo surge à partir da 2ª Revolução Industrial e se difere do Sistema Colonial antigo por se tratar neste momento de domínio econômico exercido pelas grandes potências; Europa, América (EUA) e Ásia (Japão), sobre os países menos desenvolvidos, utilizando sempre da justificativa que, o Homem Branco (EUROPEU) tem a missão civilizadora de espalhar o progresso técnico-científico pelo mundo.

Partilha da África

                A África sempre foi um foco das grandes potências desde o início das Grandes Navegações e ao longo do tempo foi sendo percebido na África a existência de diversas jazidas de minerais, além do Diamante e também do fato da África ser um importante consumidos dos produtos industrializados das grandes potências, em especial da Inglaterra.

Partilha da África

Partilha da Ásia

                 A Ásia sempre foi uma grande produtora agrícola e com o domínio europeu (Inglaterra) os asiáticos passaram a representar grande parte do fornecimento de matéria-prima às potências europeias.

Partilha da Ásia

              Na Índia os europeus encontraram resistência por parte dos Cipaios, porém sem sucesso. Mas, apesar da derrota os indianos passaram a ter a possibilidade de participarem da Administração Pública. Com a consolidação do domínio inglês sobre a Índia, o país passou a ser o principal mercado produtor de algodão (Fornecendo aos Ingleses) e consumidor dos tecidos produzidos na Inglaterra.


Guerra dos Cipaios
                Na China os ingleses exploraram a venda do Ópio, que viciava e enfraquecia os chineses e facilitava a dominação inglesa. A China percebendo essa exploração inglesa mandou incendiar um carregamento de ópio que iria ser distribuído pelos ingleses, este episódio ficou conhecido como Guerra do Ópio.
A Inglaterra obrigou a China a ceder porto livre (Hong Kong) para escoar os produtos ingleses.

Guerra do Ópio

                 No Japão a realidade foi diferente porque apesar de ter seu sistema de governo alterado por conta das investidas das superpotências o Japão conseguiu se fortalecer e além de não ceder aos domínios europeus e dos EUA, uniu-se à essas potências, exerceu domínio sobre a China e disputou e ganhou da Rússia o domínio sobre algumas regiões estabelecendo-se também como uma nova potência econômica.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Dívida Africana

Atenção alunos do 9º ano, segue um texto para auxiliá-los na tarefa para o dia 07/02/2013

Para conseguir encontrar a resposta, façam a pergunta certa ao texto.


África, Dependência e Dívida
Pedro Carvalho *

A atual «cavalgada» para África faz parte da necessidade cada vez maior de obtenção de matérias-primas por parte das grandes potências imperialistas e das suas grandes multinacionais, das quais são cada vez mais dependentes, nomeadamente para «alimentar» a acumulação de capital e o seu complexo militar e industrial. Ou seja, controlar os recursos naturais e energéticos africanos, assim como os canais de distribuição dos mesmos.
Estima-se que se encontrem no continente africano 30% das reservas mundiais de minerais e metais ainda não exploradas, 10% das reservas de petróleo e 8% das reservas de gás. Não é por isso de estranhar que o «interesse» por África tenha sido acompanhado por um reforço da presença militar das potências imperialistas, nomeadamente dos Estados Unidos e de ex-potências colonizadoras, como a França ou a Inglaterra.
A manutenção do subdesenvolvimento e da dependência, foram sempre garantidas pelas potências imperialistas através do repatriamento dos lucros das suas multinacionais, do comércio desigual, do «garrote» da dívida externa e do serviço da dívida, e, como não podia deixar de ser, pela força das armas de forma direta ou por via da promoção de conflitos e guerras de cariz regional.
Apesar das disparidades existentes entre os cerca de cinquenta países que constituem o continente africano, existem traços comuns que importa sublinhar, como a dependência das exportações numa ou num número reduzido de matérias-primas, a falta de diversificação econômica, a concentração da atividade no sector primário (a agricultura e a indústria extractiva), no sector energético e no turismo, a maior parte das vezes sobre o domínio do capital estrangeiro. A promoção de um modelo exportador e a liberalização progressiva do comércio mundial, no âmbito da OMC, garantem que a dependência se agrava, com os países a desviarem recursos essenciais ao seu desenvolvimento e a não aproveitarem cabalmente o «valor acrescentado» que podia advir dos seus recursos naturais.
A agricultura é disto um exemplo evidente. Se tivermos em conta África, sem contar com a África do Sul, vemos que o continente é um importador líquido de bens agrícolas, apesar do sector agrícola empregar cerca de 70% da população e representar, em média, cerca de 30% do PIB africano. África importa bens alimentares essenciais - cereais, carne, leite e, em menor quantidade, frutas e legumes das grandes potências imperialistas e exporta sobretudo matérias-primas agrícolas para a agro-indústria do centro, como cacau, café e algodão. Ou seja, África não desenvolve as suas capacidades endógenas para exportar produtos não essenciais, com preços voláteis, dominados na sua fileira pelo capital das grandes potências imperialistas e cotados nos seus mercados financeiros, em troca de bens alimentares de primeira necessidade e de maior valor acrescentado. Este modelo agrava a dependência alimentar de África e põe em causa a sua soberania alimentar.
Comércio desigual, dependência, subdesenvolvimento – é este o modelo que a OMC pretende manter, assim como o FMI com os seus programas estruturais ou o Banco Mundial com as suas opções de financiamento ao «desenvolvimento». Uma grande parte da ajuda oficial ao desenvolvimento, nomeadamente, as ditas ajudas ao comércio, visa sustentar este modelo.
Contudo, é a dívida externa que continua a representar a principal «sangria» de recursos africano e um dos maiores constrangimentos ao seu desenvolvimento endógeno. Entre 1980 e 2006, em média 6% do PIB e 22% do valor das exportações de África foram para o serviço da dívida. África pagou no total cerca de 707 mil milhões de dólares, ou seja, quase 7 vezes o valor da sua dívida externa em 1980, dos quais cerca de 308 mil milhões de dólares em juros, ou seja, três vezes mais que a dívida externa em 1980. Contudo, a sua dívida externa aumentou quase duas vezes e meia entre 1980 e 2006, situando-se em 2006 nos 247 mil milhões de dólares.
A dívida externa tem vindo a aumentar de década para década, representando em média, no período 1980-2006, mais de metade do PIB e duas vezes o valor das exportações de África. Assim, a dívida externa auto-sustenta a sobre exploração do continente africano e mantém a natureza das relações entre o centro e a periferia.
África já pagou a sua dívida e a anulação imediata da dívida, sem condicionantes, é um imperativo para parar esta «extorsão», que é um dos principais responsáveis pelo agravamento da miséria de amplas camadas da população e um constrangimento a um projeto de desenvolvimento endógeno para os países africanos.
É no contexto da ofensiva imperialista, que temos de enquadrar a utilização das ajudas oficiais ao «desenvolvimento» e da dívida como instrumentos para garantir e controlar as fontes de matérias-primas, criar as condições institucionais para a exportação de capitais e a entrada das grandes multinacionais, e, promover, quer a liberalização de bens, serviços e capitais, quer a integração regional no continente africano. Mas mesmo que não tivéssemos em conta a «natureza» das ajudas e do denominado «alívio da dívida», a verdade é que os seus montantes são claramente insuficientes. O próprio «Relatório Econômico de 2007» sobre África das Nações Unidas, considera que os montantes relativos ao alívio da dívida e o volume das ajudas ao desenvolvimento como muito insuficientes e, mesmo assim, os compromissos assumidos pelas principais potências imperialistas não estão a ser cabalmente cumpridos.
Vejamos um exemplo. O pacote para África saído da Cimeira do G8 de Gleneagles, em Julho de 2005, visava cancelar a dívida de 16 países africanos (13 na África Subsariana) altamente endividados a várias organizações internacionais, como o FMI e o Banco Mundial, e aumentar as ajudas oficiais ao «desenvolvimento», incluindo o alívio da dívida, para os 25 mil milhões de dólares ano até 2010. Ora, só a dívida externa africana era em 2005 de 296 mil milhões de dólares, ou seja, a «ajuda» representava cerca de 8% da dívida externa e nem chegava para pagar o serviço da dívida desse ano - uma cobertura que não chegava aos 70%.
Mas a questão fundamental não é essa. A questão é que as «ajudas» e «perdões» tem condições de ingerência política e econômica, alicerçadas em critérios de elegibilidade. A questão fundamental não é só condicionar as ajudas ao desenvolvimento à compra de produtos dos países dadores – que ainda assim representa cerca de 1/3 da totalidade das ajudas oficiais ao «desenvolvimento», mas instituir nos países receptores os instrumentos de desenvolvimento do Estado burguês e da sua super-estrutura ideológica – garantir a reprodução do sistema, o que passa por garantir os princípios do chamado «consenso de Washington» (liberalização, estabilidade dos preços, desregulamentação e consolidação fiscal), promover a privatização dos serviços/mercados públicos, garantir contratos de concessão de extração de recursos naturais/energéticos às grandes multinacionais, consolidar os mercados financeiros e a liberalização dos capitais, entre muitos outros aspectos.
Por isso, a questão central reside nas relações imperialistas entre centro e periferia, nomeadamente com a imposição por parte do centro de uma determinada divisão internacional de trabalho, que permite não só rentabilizar o capital exportado, mas também servir os interesses geoestratégicos das principais potências imperialistas e das suas grandes multinacionais, usando a periferia do sistema capitalista como ponto de fornecimento de matérias-primas e de mão-de-obra barata, como centro de re-exportação.
Por isso não podemos pretender responder aos problemas do desenvolvimento sem colocar em causa o imperialismo. A luta pelo desenvolvimento, a luta dos trabalhadores dos países em vias de desenvolvimento, nomeadamente dos africanos, tem de ser também uma luta pela superação do sistema capitalista e pela instauração de modelos de desenvolvimento endógenos, democráticos e patrióticos.

*: Economista.


Texto extraído de: África, Dependência e Dívida

Segurança Rural

Segundo a Organização Mundial de Saúde - OMS (1994), "a cada 3 minutos morre um trabalhador, em alguma parte do mundo, vítima de acidente de trabalho".
A agricultura é considerada pela Organização Internacional do Trabalho - OIT como uma das atividades profissionais de maior risco, equiparando-se à construção civil e à exploração do petróleo.

É por este motivo que algumas medidas preventivas devem ser tomadas também no trato com agrotóxicos, manuseio de ferramentas e no dia a dia da agricultura.

Abaixo segue algumas dicas que facilitarão o trabalho no campo. Se estas medidas de seguranças forem respeitadas, permitirão então que haja mais excelência em suas atividades e reduza quase que na sua totalidade o número de Acidentes de Trabalho.

         Uma pesquisa realizada pela Organização Pan-Americana de Saúde - OPAS, em 12 países da América Latina e Caribe, mostrou que o envenenamento por produtos químicos, principalmente o chumbo e os pesticidas, representam 15% de todas as doenças profissionais notificadas.

         O índice de 15% (mostrado acima) parece pouco, entretanto, a Organização Mundial de Saúde - OMS afirma que apenas 1/6 dos acidentes são oficialmente registrados e que 70% dos casos de intoxicação ocorrem em países do 3o. mundo, sendo que os inseticidas organofosforados são os responsáveis por 70% das intoxicações agudas.
         O manuseio inadequado de agrotóxicos é assim, um dos principais responsáveis por acidentes de trabalho no campo. A ação das substâncias químicas no organismo humano, pode ser lenta e demorar anos para se manifestar. Os principais assuntos relativos aos riscos na aplicação de agrotóxicos, dizem respeito a:
  • escolha e manuseio, transporte, armazenamento, aplicação, destino das embalagens e legislação .
        Verificando-se estes itens  quanto à validade dos produtos, modo de paliação, local adequado para entrega dos recipientes vazios e utilizando-se os EPIs corretos na aplicação, diminui se os riscos de contaminação e doenças.

                 A motosserra, ao lado da desfibradora de sisal e do trator agrícola, é uma das máquinas utilizadas na zona rural das mais perigosas.


Os riscos na operação de uma motosserra estão associados, principalmente a:
  • ferimentos com a lâmina
  • ruídos e vibrações
  • corte e queda da árvore
A máquina é tão perigosa que mereceu um Anexo na Norma NR-12 - MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS do Ministério do Trabalho.

Entre os Equipamentos de Proteção Individual - EPI recomendados para o operador de motosserras estão: capacete, óculos, protetor auricular (de concha), macacão, luvas e botas.
A máquina em si, por Norma, deverá possuir os seguintes dispositivos de segurança:
a) freio manual de corrente
b) pino pega corrente
c) protetor de mão direita
d) protetor de mão esquerda e
e) trava de segurança do acelerador.
Ainda segundo as Normas, todas as motosserras só deverão ser comercializadas com o relativo MANUAL DE INSTRUÇÕES, contendo informações relativas à segurança e à saúde do operador, especialmente:
a) riscos de segurança e saúde ocupacional;
b) especificações de ruído e vibração; e
c) penalidades e advertências.
Há que ser oferecido, também, um Treinamento Obrigatório para os Operadores de Motosserras, com carga horária mínima de 8 (oito) horas, com conteúdo programático relativo à utilização segura da motosserra, constante do Manual de Instruções.
Todos os modelos de motosserras (diz ainda a Norma) deverão conter, em local bem visível, a seguinte advertência:

O uso inadequado da motosserra pode provocar acidentes graves e danos à saúde.



Entre os principais fatores causadores de acidentes, estão os equipamentos manuais.

              Somente o uso do facão é responsável por 65% das ocorrências com ferramentas manuais registradas.
Na zona rural, os equipamentos manuais são usados:
  •        na residência (chave de fenda, alicate, martelo, etc.)
  • na oficina (serrote, furadeira, serra circular, etc.)
  • no plantio (enxada, trado, motosserra, etc.)
  • na colheita (foice, facão, alicate, etc.) e
  • em outros serviços (construções rurais, tratos culturais, etc.)
               No corte manual da cana-de-açúcar, por exemplo, o trabalhador rural sujeita-se a uma série de riscos de acidentes, próprios da operação, dos quais destacamos: cortes nas mãos, pernas e pés, provenientes da utilização do facão, foice ou podão. Além de lombalgias, dores musculares, lesões oculares, irritação da pele, quedas e ferimentos.

Principais Causas dos Acidentes

  • ato inseguro (falha humana)
  • ferramentas defeituosas
  • ferramenta imprópria para o serviço
  • uso incorreto da ferramenta
  • má conservação da ferramenta e
  • guarda em local inseguro ou inadequado
Como ATO INSEGURO, podem ser listados:
  1. operar sem autorização
  2. utilizar equipamento de maneira imprópria ou operar em velocidades inseguras
  3. usar equipamento inseguro (com conhecimento)
  4. lubrificar, limpar, regular ou consertar máquinas em movimento, energizadas ou sob pressão
  5. misturar indevidamente
  6. utilizar ferramenta imprópria ou deixar de utilizar a ferramenta própria
  7. tornar inoperantes ou inseguros os dispositivos de segurança
  8. usar mãos e outras partes do corpo impropriamente
  9. assumir posição ou postura insegura
  10. fazer brincadeiras de mau gosto
  11. não usar o Equipamento de Proteção Individual (E.P.I.) disponível
  12. descuidar-se no pisar e na observação do ambiente
  13. deixar de prender, desligar, sinalizar, etc.

Medidas Prevencionistas

A lei diz que as ferramentas manuais devem ser apropriadas ao uso a que se destinam e devem ser mantidas em perfeito estado de conservação, sendo proibida a utilização das que não atendam a essas exigências.





Estas e outras dicas podem ser encontradas também em: 
Segurança Rural



Professor: Gabriel Spinelli